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aguadouro

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28.Jan.17

A IMAGEM DE NOSSA SENHORA DO PRANTO DA IGREJA MATRIZ DE PAMPILHOSA DA SERRA

Júlio Cortez Fernandes
Sabia há muito,a imagem da padroeira da minha freguesia natal, havia sido oferecida por  conterrâneo ,que a exemplo de outros emigrou para Lisboa, com trabalho e sorte conseguiu situação económica desafogada.Nunca esqueceu o torrão natal, oferecendo a  terra o relógio da torre, e imagem da padroeira. O patrício Artur das Neves,de simples assalariado,guindou-se  a sócio gerente de importante firma comercial,graças a trabalho esforçado, e protecção de ilustre (...)
09.Out.16

RESOLVER "ENIGMA" RELACIONADO COM O "CRISTO REI " DA VILA DE PAMPILHOSA DA SERRA

Júlio Cortez Fernandes
No ultimo post, no blog,lancei "apelo " para saber se alguém conhecia o porquê da evocação do monumento.Ninguém soube responder.  Conheço a razão da construção do monumento. porque não revelei logo? Queria ter certeza que ninguém a não ser eu sabia. No passado descobri onde estava o foral manuelino da Pampilhosa.Com alegria publicitei o facto, ninguém referiu, o protagonista desse "achamento" como se nada de importante fosse e não representasse aturada investigação e (...)
27.Dez.15

A família Cortez da Vila de Pampilhosa da Serra

Júlio Cortez Fernandes
  Num dos últimos números do jornal Serras da Pampilhosa, lemos texto acerca de famílias da aldeia do Coelhal, freguesia de Pessegueiro do concelho de Pampilhosa da Serra. Sem pretender encetar qualquer género de polémica, porque o artigo contém apreciações, fantasiosas não fundamentadas relativamente a nossa família materna, irei simples e sucintamente, tentar esclarecer. O apelido “Cortez” não “prolifera” na Pampilhosa, porque não resulta de qualquer (...)